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Consulta Urgente de Dermatologia

Técnicas de Diagnóstico e Tratamento
Transplante Capilar


Na Clínica de Dermatologia Prof.ª Sofia Magina, realizamos transplante de cabelo, quer utilizando a técnica FUT (follicular unit transplantation, também conhecida como técnica convencional ou strip), quer utilizando a técnica FUE (follicular unit extraction). Na técnica FUE as unidades foliculares são removidas uma a uma da área dadora, geralmente o couro cabeludo da região posterior da cabeça. Embora a FUE se tenha tornado cada vez mais popular nos últimos anos, não é livre de cicatriz como por vezes é publicitado. Na técnica FUT, retira-se cirurgicamente uma tira (strip) de couro cabeludo da região posterior da cabeça, deixando uma cicatriz linear que é frequentemente impercetível. Por outro lado, a FUT implica rapar apenas uma pequena área do couro cabeludo antes do transplante (2 a 3 cm de altura), quando comparada com a FUE, em que todo o cabelo ou pelo menos toda a região posterior do couro cabeludo deve ser rapada. Na FUT, a área rapada consegue ser imediatamente camuflada com o cabelo remanescente.

Se está a ponderar realizar um transplante de cabelo, deve agendar previamente uma consulta de Dermatologia, de preferência com um dermatologista com diferenciação em Tricologia - ramo da Dermatologia que se dedica ao estudo da saúde do cabelo e do couro cabeludo. A Dra. Filipa Osório é a responsável pela Consulta de Cabelo e pelo Transplante Capilar na Clínica de Dermatologia Prof.ª Sofia Magina.

Na grande maioria dos casos, o transplante de cabelo deve ser complementado com tratamento médico (tópico e/ou sistémico), que o seu dermatologista irá prescrever. Por exemplo, na calvície (alopécia androgenética) - um dos motivos mais frequentes de consulta por queda do cabelo - o tratamento médico é fundamental para evitar ou atrasar o agravamento da alopécia que habitualmente acontece ao longo dos anos. Se for realizado transplante de cabelo e não for realizado qualquer tratamento médico concomitante, o cabelo transplantado tende a perdurar, mas o cabelo nativo da área recetora (sejam as entradas, o topo da cabeça ou a zona do redemoinho) tende a continuar a cair, o que fará com que a calvície continue a agravar mesmo depois do transplante.

O transplante também é útil noutras alopécias além da calvície, como doenças inflamatórias do couro cabeludo devidamente controladas, alopécias congénitas, cicatrizes de neurocirurgia, queimaduras ou áreas sujeitas a radioterapia, permitindo também corrigir defeitos de outras áreas pilosas como as sobrancelhas e a barba.

No entanto, o diagnóstico incorreto pode levar ao transplante de alopécias que não devem ser transplantadas sem um bom controlo prévio da doença dermatológica subjacente, ou de alopécias que não devem ser de todo transplantadas. Nestes casos todos os cabelos transplantados podem ser perdidos ou pode mesmo haver um agravamento relativamente ao estado da doença pré-transplante. A consulta de Dermatologia antes de um eventual transplante é por isso fundamental para um diagnóstico correto do problema e um tratamento médico concomitante adequado.